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Segmentos Implementos Rodoviários

Família & Sucessão - Envolvimento com o Negócio

A Tagliari Implementos Rodoviários com sede em Regente Feijó (SP) recebeu o reforço da segunda geração no início dos anos dois mil. Fundada em 1999, por Murilo Tagliari, logo no início das atividades convidou o filho Douglas para auxiliar no setor administrativo da empresa, o engenheiro elétrico de formação acabou buscando uma especialização em gestão e apaixonado pelo setor permanece no negócio até hoje. Também atua na empresa no departamento financeiro administrativo, Heloísa Helena Tagliari Prado, irmã de Douglas. 
Importante ressaltar o trabalho realizado por Paula Fernanda Tagliari no departamento financeiro até o seu falecimento em 2010.Sucessora natural, assim como os irmãos Douglas e Heloísa, Paula seguia os passos do pai Murilo na distribuidora Guerra.

Na opinião de Douglas, para perpetuar uma empresa de origem familiar é necessário que as regras de cada função sejam bem definidas.

“Não pode haver vários caciques em uma empresa, cada um tem que ocupar seu espaço e possuir um horizonte definido com um objetivo comum”, comenta Douglas.

Para os sucessores da Tagliari, o principal desafio reside em conseguir com que o norte estabelecido pelo fundador seja seguido. Um fator de suma importância para a manutenção e desenvolvimento da empresa é ter sempre em mente a necessidade da especialização do familiar escolhido na sucessão. É preciso saber dar continuidade e estar preparado para lidar com a evolução do negócio.

Na Tagliari não houve uma sucessão definitiva, os filhos fazem parte da sociedade, porém, o patriarca Murilo é muito ativo, necessário e determinante na administração da empresa. As diferenças entre gerações existem na Tagliari, mas na sua maioria estão relacionadas as mudanças naturais do negócio, principalmente no quesito regulamentação.

“Antigamente não existia uma necessidade tão grande de se precaver, nossa geração foi obrigada e se tornar mais cautelosa e com bem mais planejamento”, acrescenta Douglas.

A sucessão em determinados setores da empresa foi acontecendo naturalmente, não houve um marco específico, porém tanto Douglas quanto Heloísa estabeleceram como metas para a sucessão a profissionalização e o envolvimento verdadeiro com o negócio da distribuição de implementos rodoviários. Na mudança de cultura da empresa com a chegada dos  sucessores a empresa ficou mais baseada em processos claros que auxiliam na administração e controle do negócio.